O blog do E-Commerce publicou algumas “maneiras infalíveis de ARRUINAR SUA LOJA VIRTUAL”. Segundo eles, o sujeito tem o maior trabalho para montar a loja virtual e depois comete um monte de erros (isso quando não comete durante) que inevitavelmente vão o levar a ruína. E vão além, com o uso de pelo menos cinco delas o fracasso é certo. Vamos a um resumo.
1- Não capriche nas imagens dos seus produtos e não siga uma padronização.
2- Exija que seus consumidores se registrem antes de poder navegar na sua loja.
3- Não mostre o preço imediatamente em sua páginas.
4- Tenha páginas bem lentas no carregamento.
5- Hospede sua loja em um provedor bem baratinho, daqueles que são revenda da revenda da revenda.
6- Deixe o desenvolvimento e aperfeiçoamento da sua loja virtual a cargo daquele “sobrinho que mexe com internet”.
7- Não divulgue a sua loja.
8- Não se preocupe com os prazos de entrega.
9- Não precisa entregar exatamente o que você anunciar na loja virtual.
10- Não facilite a venda com diversas opções de pagamento.
11- Não coloque qualquer forma de interatividade com o cliente.
12- Não dê ouvidos às reclamações dos clientes.
13- Não fique atento a novas tecnologias.
14- Mande 10 vezes a mesma propaganda por e-mail.
15- Não faça boas descrições dos seus produtos.
16- Não identifique a sua empresa ou descreva suas políticas de privacidade ou trocas e devoluções.
17- Não coloque um número de telefone para seus visitantes entrarem em contato.
18- Não responda os e-mails de consulta no menor prazo possível.
Fonte: Blog do E-Commerce
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Apresentação do painel interno de nosso sistema de lojas virtuais
A Liquida Net irá liberar aos poucos vídeos explicativos sobre seu sistema interno de administração de lojas virtuais, por meio desses vídeos nossos clientes irão tirar suas dúvidas relacionadas, a inserção de mercadorias, criação de departamentos, troca de informações de rodapé, inserção de formas de pagamentos e muitas outras dicas. Abaixo segue o primeiro vídeo criado que monstra nosso painel interno de administração das lojas virtuais.
Meu email marketing foi bloqueado por spam. E agora?
Você sabe quais as diferenças entre o email marketing bloqueado como spam ou o email marketing entregue na caixa de spam? Imagino que não, afinal, quem envia uma campanha digital, almeja entregar na caixa de entrada. Ter o email marketing entregue na caixa de spam é tão negativo quanto ter o email bloqueado como spam. A pergunta principal em casos como esse é: “Afinal, a mensagem está impactando os contatos?”
Mas, os provedores, quando recebem um email marketing, possuem diversos tipos de comportamento e podem, tanto entregar a mensagem, quanto retornar um determinado erro. E, se ele considerar sua mensagem um spam, pode inseri-la dentro da caixa de spam do destinatário ou deixar de entregar e retornar com o erro “Bloqueado como spam” e, em algumas vezes, relatando os possíveis motivos.
Enfim, a diferença entre ser entregue na caixa de spam e ser bloqueado por spam está na atitude do provedor: no primeiro caso, a mensagem é entregue, já no segundo, a mensagem é bloqueada e não há entrega.
Muito se ouve falar, em diversas dicas de email marketing, sobre os cuidados que devemos tomar na construção do código HTML: não usar palavras suspeitas, construir a mensagem em tabelas, equilibrar textos e imagens, entre outras informações. Mas, o cuidado apenas com a construção do HTML não é garantia de entrega do email marketing. Hoje em dia, este fator já não é tão relevante, quando comparado à importância da reputação. A forma como o HTML é construído está mais relacionada em evitar que a mensagem chegue dentro da caixa de spam do que garantir que a mensagem não seja bloqueada.
O fato de o provedor bloquear a entrega do email marketing e retornar com erro está mais relacionado à reputação do IP e não a qualidade do código HTML. A reputação do IP, por sua vez, é construída pela própria empresa, que envia as mensagens aos seus contatos e tem relação com o comportamento da base, além da fundamental relevância da mensagem.
Abaixo, relaciono algumas dicas sobre como identificar o problema e melhorar a reputação dos IPs:
1. Mantenha a base de dados higienizada: se sua base de contatos possui muitos emails que não existem e não tem aplicação de nenhum database marketing, sua mensagem pode ser bloqueada como spam. Os provedores identificam IPs que tentam entregar email marketing para emails que não existem e esse comportamento faz com que identifiquem que não há um relacionamento com a base de contatos. Para evitar ser bloqueado por spam, higienize seus contatos e não tente entregar email marketing para emails que já foram considerados hard bounces.
2. Reporte de spam: ter uma base de contatos opt-in não é garantia de entrega. Os contatos podem receber seu email marketing, mas se a mensagem não for relevante para quem recebe, a atitude do destinatário será o opt-out, ou pior, o reporte por spam. Ao reportar uma mensagem como spam, a reputação da marca pode ir por água abaixo, uma vez que é o destinatário quem está dizendo para o provedor “não quero receber isso” ou “você errou ao ter entregue essa mensagem para mim”. Se esse comportamento da base é frequente ou natural para muitas mensagens enviadas pelo mesmo domínio/IP, o provedor identifica que o remetente faz spam e, nesse caso, há o bloqueio da entrega. Para evitar ser bloqueado por spam, tenha o opt-out bem visível e funcionando perfeitamente. Mais do que facilitar o “não recebimento”, é preciso estudar o comportamento da base de contatos e entregar mensagens relevantes, de acordo com seu interesse.
3. Cuidado com o spam trap: os provedores criam emails armadilhas chamados spam trap. O intuito desses emails é identificar a prática de spam. Ao tentar enviar email marketing para um spam trap, o provedor reconhece a prática de spam, já que se trata de um email que não tem relação comercial ou pessoal com ninguém e, por este motivo, não terá realizado opt-in em nenhuma base de email marketing.
Para evitar os spam traps na base de contatos é importante a prática do double opt-in. O double opt-in permite que o contato seja considerado opt-in apenas depois de confirmar o recebimento por meio de uma mensagem que lhe é enviada logo após se cadastrar em determinado portal para receber email marketing da marca.
E se esse opt-in for de uma pessoa que, por um erro de digitação, por exemplo, inseriu um spam trap ao invés do seu email correto? Com o double opt-in esse email não entrará na base de recebimento, já que a mensagem de confirmação não será acionada. Afinal, o spam trap é um email “sem dono” e não confirmará a mensagem. Logo, será fácil deixar a base de contatos livre dos spam traps.
Porém, nesse caso há um grande problema. Os provedores costumam usar emails sem atividade há algum tempo para criar seus spam traps. Isso quer dizer que, se sua empresa possui uma base opt-in muito antiga, ela pode estar cheia de spam traps. Neste caso, o ideal é trabalhar com a base de contatos que interage com seu email marketing, com frequência. Com o restante da base, é aconselhável realizar comunicações esporádicas, apenas com o intuito de ativá-la, ou seja, aumentar o número de contatos que interagem. Aqui estamos falando de relevância de comunicação.
4. Interação é fundamental: alguns provedores conseguem reconhecer quando um email marketing não é interessante para o contato e, assim, mudam o comportamento de entrega. Independente de ser um ou um milhão de destinatários que reportam o email marketing como spam ou mesmo não interagem com a mensagem, esse histórico favorece o bloqueio da entrega dos emails. Alguns provedores, como o Gmail e o hotmail, já trabalham com análise comportamental one to one. Isso quer dizer que o email poderá ser entregue na caixa de entrada ou de spam em consonância com o histórico de interações de uma única pessoa. De acordo com as diretrizes para envio em massa publicada pelo Gmail, a maneira como ele classifica spam depende fortemente das denúncias de seus usuários. Os usuários do Gmail podem marcar ou desmarcar qualquer mensagem sempre que desejarem: “Nós analisamos os relatórios de nossos usuários e corrigimos problemas a fim de fornecer a melhor experiência para o usuário. Desde que nossos usuários não considerem seus e-mails como spam, ele não deverá ter problemas de entrega em caixas de entrada”. Leia mais em: http://mail.google.com/support/bin/answer.py?hl=br&answer=81126
Além dessa classificação, o gmail também criou a chamada “Caixa prioritária” que analisa a relevância das mensagens de acordo com a interação e insere as menos relevantes na caixa não prioritária. O hotmail também lançou, recentemente, a notícia de que começaria a trabalhar desta forma.
Para evitar que o email marketing seja considerado spam, é preciso que o contato que o recebeu interaja. Para que o contato interaja com o email marketing, é necessário que ele seja…relevante.
5.Aplique relevância na campanha de email marketing: para toda e qualquer campanha, a palavra da ordem é relevância. Alguns provedores de email disponibilizam serviços que ajudam a medir a saúde dos IP’s. O Smart Network Data Services, por exemplo, é um serviço disponibilizado pelo Hotmail que auxilia as empresas a entender a reputação de seus IP’s, a partir do envio de email marketing (quantidade de erros, spam traps e reportes).
6. Apenas medir não é suficiente, é preciso agir: é fundamental estudar o comportamento da base, pesquisar seus interesses, suas preferências e o momento em que cada contato vive. O Hotmail criou um programa chamado “especialistas”. Ele escolhe e convida pessoas aleatoriamente para classificar mensagens eletrônicas como “lixo” ou “não lixo”. Com esse programa, o Hotmail evita o chamado “falso positivo” e “falso negativo”. Se uma mensagem chega à caixa de entrada e a maioria dos “especialistas” a classificam como spam, no futuro, certamente essa mensagem chegará diretamente à caixa de spam.
Em suma, “converse” com quem quer “ouvir”. Não adianta forçar a barra. A tecnologia traz funcionalidades incríveis para um bom relacionamento digital. Aproveite isso!
E aqui fica meu conselho: antes de arrancar os cabelos tentando entender por qual motivo os provedores estão bloqueando seu email marketing, faça a si mesmo a pergunta: “Quão relevante é minha mensagem para cada contato?”
Fonte: E-Commerce News
Mas, os provedores, quando recebem um email marketing, possuem diversos tipos de comportamento e podem, tanto entregar a mensagem, quanto retornar um determinado erro. E, se ele considerar sua mensagem um spam, pode inseri-la dentro da caixa de spam do destinatário ou deixar de entregar e retornar com o erro “Bloqueado como spam” e, em algumas vezes, relatando os possíveis motivos.
Enfim, a diferença entre ser entregue na caixa de spam e ser bloqueado por spam está na atitude do provedor: no primeiro caso, a mensagem é entregue, já no segundo, a mensagem é bloqueada e não há entrega.
Muito se ouve falar, em diversas dicas de email marketing, sobre os cuidados que devemos tomar na construção do código HTML: não usar palavras suspeitas, construir a mensagem em tabelas, equilibrar textos e imagens, entre outras informações. Mas, o cuidado apenas com a construção do HTML não é garantia de entrega do email marketing. Hoje em dia, este fator já não é tão relevante, quando comparado à importância da reputação. A forma como o HTML é construído está mais relacionada em evitar que a mensagem chegue dentro da caixa de spam do que garantir que a mensagem não seja bloqueada.
O fato de o provedor bloquear a entrega do email marketing e retornar com erro está mais relacionado à reputação do IP e não a qualidade do código HTML. A reputação do IP, por sua vez, é construída pela própria empresa, que envia as mensagens aos seus contatos e tem relação com o comportamento da base, além da fundamental relevância da mensagem.
Abaixo, relaciono algumas dicas sobre como identificar o problema e melhorar a reputação dos IPs:
1. Mantenha a base de dados higienizada: se sua base de contatos possui muitos emails que não existem e não tem aplicação de nenhum database marketing, sua mensagem pode ser bloqueada como spam. Os provedores identificam IPs que tentam entregar email marketing para emails que não existem e esse comportamento faz com que identifiquem que não há um relacionamento com a base de contatos. Para evitar ser bloqueado por spam, higienize seus contatos e não tente entregar email marketing para emails que já foram considerados hard bounces.
2. Reporte de spam: ter uma base de contatos opt-in não é garantia de entrega. Os contatos podem receber seu email marketing, mas se a mensagem não for relevante para quem recebe, a atitude do destinatário será o opt-out, ou pior, o reporte por spam. Ao reportar uma mensagem como spam, a reputação da marca pode ir por água abaixo, uma vez que é o destinatário quem está dizendo para o provedor “não quero receber isso” ou “você errou ao ter entregue essa mensagem para mim”. Se esse comportamento da base é frequente ou natural para muitas mensagens enviadas pelo mesmo domínio/IP, o provedor identifica que o remetente faz spam e, nesse caso, há o bloqueio da entrega. Para evitar ser bloqueado por spam, tenha o opt-out bem visível e funcionando perfeitamente. Mais do que facilitar o “não recebimento”, é preciso estudar o comportamento da base de contatos e entregar mensagens relevantes, de acordo com seu interesse.
3. Cuidado com o spam trap: os provedores criam emails armadilhas chamados spam trap. O intuito desses emails é identificar a prática de spam. Ao tentar enviar email marketing para um spam trap, o provedor reconhece a prática de spam, já que se trata de um email que não tem relação comercial ou pessoal com ninguém e, por este motivo, não terá realizado opt-in em nenhuma base de email marketing.
Para evitar os spam traps na base de contatos é importante a prática do double opt-in. O double opt-in permite que o contato seja considerado opt-in apenas depois de confirmar o recebimento por meio de uma mensagem que lhe é enviada logo após se cadastrar em determinado portal para receber email marketing da marca.
E se esse opt-in for de uma pessoa que, por um erro de digitação, por exemplo, inseriu um spam trap ao invés do seu email correto? Com o double opt-in esse email não entrará na base de recebimento, já que a mensagem de confirmação não será acionada. Afinal, o spam trap é um email “sem dono” e não confirmará a mensagem. Logo, será fácil deixar a base de contatos livre dos spam traps.
Porém, nesse caso há um grande problema. Os provedores costumam usar emails sem atividade há algum tempo para criar seus spam traps. Isso quer dizer que, se sua empresa possui uma base opt-in muito antiga, ela pode estar cheia de spam traps. Neste caso, o ideal é trabalhar com a base de contatos que interage com seu email marketing, com frequência. Com o restante da base, é aconselhável realizar comunicações esporádicas, apenas com o intuito de ativá-la, ou seja, aumentar o número de contatos que interagem. Aqui estamos falando de relevância de comunicação.
4. Interação é fundamental: alguns provedores conseguem reconhecer quando um email marketing não é interessante para o contato e, assim, mudam o comportamento de entrega. Independente de ser um ou um milhão de destinatários que reportam o email marketing como spam ou mesmo não interagem com a mensagem, esse histórico favorece o bloqueio da entrega dos emails. Alguns provedores, como o Gmail e o hotmail, já trabalham com análise comportamental one to one. Isso quer dizer que o email poderá ser entregue na caixa de entrada ou de spam em consonância com o histórico de interações de uma única pessoa. De acordo com as diretrizes para envio em massa publicada pelo Gmail, a maneira como ele classifica spam depende fortemente das denúncias de seus usuários. Os usuários do Gmail podem marcar ou desmarcar qualquer mensagem sempre que desejarem: “Nós analisamos os relatórios de nossos usuários e corrigimos problemas a fim de fornecer a melhor experiência para o usuário. Desde que nossos usuários não considerem seus e-mails como spam, ele não deverá ter problemas de entrega em caixas de entrada”. Leia mais em: http://mail.google.com/support/bin/answer.py?hl=br&answer=81126
Além dessa classificação, o gmail também criou a chamada “Caixa prioritária” que analisa a relevância das mensagens de acordo com a interação e insere as menos relevantes na caixa não prioritária. O hotmail também lançou, recentemente, a notícia de que começaria a trabalhar desta forma.
Para evitar que o email marketing seja considerado spam, é preciso que o contato que o recebeu interaja. Para que o contato interaja com o email marketing, é necessário que ele seja…relevante.
5.Aplique relevância na campanha de email marketing: para toda e qualquer campanha, a palavra da ordem é relevância. Alguns provedores de email disponibilizam serviços que ajudam a medir a saúde dos IP’s. O Smart Network Data Services, por exemplo, é um serviço disponibilizado pelo Hotmail que auxilia as empresas a entender a reputação de seus IP’s, a partir do envio de email marketing (quantidade de erros, spam traps e reportes).
6. Apenas medir não é suficiente, é preciso agir: é fundamental estudar o comportamento da base, pesquisar seus interesses, suas preferências e o momento em que cada contato vive. O Hotmail criou um programa chamado “especialistas”. Ele escolhe e convida pessoas aleatoriamente para classificar mensagens eletrônicas como “lixo” ou “não lixo”. Com esse programa, o Hotmail evita o chamado “falso positivo” e “falso negativo”. Se uma mensagem chega à caixa de entrada e a maioria dos “especialistas” a classificam como spam, no futuro, certamente essa mensagem chegará diretamente à caixa de spam.
Em suma, “converse” com quem quer “ouvir”. Não adianta forçar a barra. A tecnologia traz funcionalidades incríveis para um bom relacionamento digital. Aproveite isso!
E aqui fica meu conselho: antes de arrancar os cabelos tentando entender por qual motivo os provedores estão bloqueando seu email marketing, faça a si mesmo a pergunta: “Quão relevante é minha mensagem para cada contato?”
Fonte: E-Commerce News
Como melhorar os resultados nas vendas
A principal ferramenta para relacionamento com o cliente é o CRM (Customer Relationship Management), sistema amplamente utilizado pelas grandes companhias que tem como objetivo levantar e arquivar informações e detectar os hábitos de consumo do comprador. O CRM ajuda a empresa a integrar todos os processos em que haja contato com o cliente, permitindo um visão única de todo o relacionamento. Entre as soluções acessíveis a pequenas e médias empresas está a versão do Microsoft Dynamics CRM para o Office e Windows Vista. A ferramenta engloba soluções de gestão financeira, da cadeia de suprimentos e de relacionamento com os clientes. Outra solução voltada para companhias de menor porte é o Siebel CRM Professional Edition, da Oracle, cuja grande vantagem é a facilidade de uso.
Fazer comércio eletrônico e aumentar a eficiência do site
O comércio eletrônico representa apenas 1% de tudo o que foi vendido no varejo brasileiro. Trata-se de uma estatística que pode ser vista pelas pequenas e médias empresas como uma grande oportunidade de crescimento. Para chegar até os cerca de 20 milhões de brasileiros que estão conectados à internet, nem sempre são necessários altos investimentos. “Em muitos casos, bastam algumas idéias que facilitem a vida do consumidor”, diz Gérson Schmitt, da Paradigma Tecnologia, de Florianópolis, que cria portais de comércio eletrônico para grandes e pequenos negócios.
Foi o que fez a gravadora paulista Atração, que fatura cerca de 30 milhões de reais por ano e vende pela internet a obra de alguns dos seus artistas, como Itamar Assumpção e Quinteto Violado, que costumam ficar fora das lojas tradicionais por causa do baixo giro de seus discos. O site, criado há seis anos, estava envelhecido. Os consumidores tinham dificuldade de encontrar os títulos e completar a compra. Há cerca de um ano, o site foi totalmente reformulado – ícones que tornavam o carregamento da página lento foram retirados e substituídos por uma comunicação visual mais direta. A venda de lançamentos aumentou com uma ação simples e quase sem custo – todos os meses, um boletim com as novidades é enviado por e-mail aos clientes cadastrados no site. Graças às mudanças, os negócios pela internet aumentaram 25%.
Aumentar as vendas não é a única função de um site na internet. Ele também pode ser uma ferramenta preciosa para uma pequena ou média empresa conhecer melhor quem é o cliente e quais são suas necessidades. Isso pode ser feito por meio de um cadastro dos internautas e de pesquisas online. Para aumentar o tempo em que o clientes e usuários fiquem na página da sua empresa – e, com isso, aumentar também as chances de venda – é possível inserir no site brindes, descontos e promoções, além de manter as informações sobre produtos e serviços constantemente atualizadas.
Fonte: E-Commerce News
Fazer comércio eletrônico e aumentar a eficiência do site
O comércio eletrônico representa apenas 1% de tudo o que foi vendido no varejo brasileiro. Trata-se de uma estatística que pode ser vista pelas pequenas e médias empresas como uma grande oportunidade de crescimento. Para chegar até os cerca de 20 milhões de brasileiros que estão conectados à internet, nem sempre são necessários altos investimentos. “Em muitos casos, bastam algumas idéias que facilitem a vida do consumidor”, diz Gérson Schmitt, da Paradigma Tecnologia, de Florianópolis, que cria portais de comércio eletrônico para grandes e pequenos negócios.
Foi o que fez a gravadora paulista Atração, que fatura cerca de 30 milhões de reais por ano e vende pela internet a obra de alguns dos seus artistas, como Itamar Assumpção e Quinteto Violado, que costumam ficar fora das lojas tradicionais por causa do baixo giro de seus discos. O site, criado há seis anos, estava envelhecido. Os consumidores tinham dificuldade de encontrar os títulos e completar a compra. Há cerca de um ano, o site foi totalmente reformulado – ícones que tornavam o carregamento da página lento foram retirados e substituídos por uma comunicação visual mais direta. A venda de lançamentos aumentou com uma ação simples e quase sem custo – todos os meses, um boletim com as novidades é enviado por e-mail aos clientes cadastrados no site. Graças às mudanças, os negócios pela internet aumentaram 25%.
Aumentar as vendas não é a única função de um site na internet. Ele também pode ser uma ferramenta preciosa para uma pequena ou média empresa conhecer melhor quem é o cliente e quais são suas necessidades. Isso pode ser feito por meio de um cadastro dos internautas e de pesquisas online. Para aumentar o tempo em que o clientes e usuários fiquem na página da sua empresa – e, com isso, aumentar também as chances de venda – é possível inserir no site brindes, descontos e promoções, além de manter as informações sobre produtos e serviços constantemente atualizadas.
Fonte: E-Commerce News
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Qualidade e preço baixo as Lojas Virtuais Pronta tem!!!
Hoje o comércio eletrônico é uma ferramenta fundamental para quem quer montar sua loja virtual, hoje até mesmo os pequenos comerciantes estão aderindo ao comércio eletrônico. Isso porque o desenvolvimento de uma loja virtual própria não é para qualquer um, pois você tem o custo do projeto, manutenção do sistema, hospedagem da loja na qual, não se torna um projeto tão barato. Colocar uma loja virtual no ar é muito fácil, qualquer um pode ter uma loja virtual, mais para crescer e fazer ela vender, você necessita de uma dedicação para que sua loja virtual realmente venha vender e lhe dar o lucro necessário, não é simplestmente elaborar um projeto colocar no ar e esperar ela vender, não funciona dessa maneira, se não fizer uma boa publicidade não adianta, é jogar dinheiro na lama. E fazer o investimento bancar a manutenção, e ainda ter bala na agulha para divulgar seu comércio realmente não é facil.
E pensando em tudo isso á Liquida Net, colocou no ar o sistema de Lojas Virtuais Pronta, onde você poderá montar seu comércio eletrônico com um investimento realmente baixo, e sem risco de perder seu investimento, o sistema esta disponível com plano único, isso é você vai pagar um valor de R$ 25,00/mês e irá poder cadastrar em sua loja virtual até 2.000 produtos para venda. É ou não é uma grande oportunidade? Não perca tempo coloque hoje mesmo seu comércio online e aumente seu faturamento. Sua loja fica pronta em apenas 3 minutos!!!
E pensando em tudo isso á Liquida Net, colocou no ar o sistema de Lojas Virtuais Pronta, onde você poderá montar seu comércio eletrônico com um investimento realmente baixo, e sem risco de perder seu investimento, o sistema esta disponível com plano único, isso é você vai pagar um valor de R$ 25,00/mês e irá poder cadastrar em sua loja virtual até 2.000 produtos para venda. É ou não é uma grande oportunidade? Não perca tempo coloque hoje mesmo seu comércio online e aumente seu faturamento. Sua loja fica pronta em apenas 3 minutos!!!
Sem grandes investimentos, sem longa espera. Tudo pronto em apenas 3 minutos.
E 5 dias grátis para testar!!!
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Monte seu próprio negócio e tenha uma renda extra. Revenda de Lojas Virtuais!!!
A Liquida Net coloca à sua disposição uma ferramenta de criação de lojas virtuais, especialmente destinada aos web designers e agências de propaganda. Veja abaixo, maneiras para se tornar nosso parceiro e fazer bons negócios:
1. Revenda de Lojas Virtuais
Sobre a revenda
Trata-se de um Painel Criador de Lojas virtuais. Um verdadeiro escritório on-line por onde o nosso parceiro cria e gerencia todos os seus clientes de loja virtual. Através deste painel, é possível inserir o layout, enviar cobranças, criar planos de hospedagem para as lojas virtuais como quiser, prestar suporte e muito mais. Além da possibilidade de oferecer ao seu cliente um painel administrativo completo por onde ele mesmo controlará os produtos em estoque, venda, distribuição e muito mais.
Investimento
O investimento é bem pequeno. Para se tornar um revendedor, não há cobrança de taxa de adesão/configuração. Apenas o valor referente a quantidade de lojas contratadas. Este investimento será cobrado mensalmente de acordo com a quantidade de lojas cadastradas em seu painel, liberamos pacotes de 10 em 10 lojas. Para iniciar a parceria disponibilizamos a compra de no mínimo o pacote de 5 lojas virtuais, para saber valores basta entrar em contato conosco.
Maiores informações sobre revenda de lojas virtuais? Clique Aqui.
Como Funciona
Trata-se de um Painel Criador de Lojas virtuais onde você terá total autonomia para criar quantas lojas quizer além de criação de lojas você irá receber um painel de assinatura de lojas já com 10 templates de lojas virtuais já prontas para uso dos seus clientes, asseguramos suporte técnico, bem como manutenção necessária para o perfeito funcionamento de sua franquia.
Manutenção
Você não precisará contratar um webmaster para corrigir eventuais problemas técnicos. Colocamos toda nossa equipe à disposição pronta para esclarecer suas dúvidas e eventuais problemas técnicos, inteiramente grátis.
URL grátis
Seus lojistas poderão ter um domínio próprio (ex. www.loja.com.br), ou utilizar nossa URL Grátis e ter um domínio do tipo www.lojavirtualsegura.com.br/nomedaloja.
Lojas prontas e hospedadas em até 5 minutos
A praticidade do sistema administrativo de criação de lojas virtuais, possibilita que as lojas sejam criadas em questão de minutos. Enquanto há empresas que demoram até 4 meses para montar uma loja virtual, você poderá disponibilizar em 5 minutos.
Quer mais informações? Clique Aqui.
Ou mande um e-mail pedindo uma apresentação de proposta de revenda de lojas virtuais. Para isso basta clicar aqui.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Sistema de Afiliados Liquida Net
A Liquida Net, lançou junto a Lomadee da Buscapé seu sistema de afiliados onde você poderá remunerar seu site ou blog, vendendo assinaturas de nossas lojas virtuais, a remuneração é de 15%, e já é descontada pelo Pagamento Digital na hora da venda. Não perca tempo coloque seu site ou blog hoje mesmo para faturar!!!
Liquida Net - Sua loja pronta em apenas 3 minutos!!!
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Modelos de layouts
Sempre pensando em melhorar nossos serviços procuramos, disponibilizar aos nossos clientes novos layouts, e para você que esta pensando em abrir sua loja virtual e ter um loja de qualidade é necessário que se tenha um layout atraente, que não seja muito carregado mais que seja simples, intuitivo e principalmente funcional, e nós temos essa solução, visite nossa página de assinatura e veja todos os layouts disponíveis para você montar hoje mesmo sua loja virtual. Ela fica pronta em apenas 3 minutos. Confira!!!


Franquias virtuais
Segundo o Wikipédia, franquia virtual, e-franquia ou E-franchising (inglês) - um modelo inovador de franquia de lojas virtuais. Neste modelo, o grande diferencial é a desburocratização dos processos. A estrutura de atendimento ao cliente, tecnologia da informação, P&D de produto, estocagem, cobrança, entrega do pedido são providas pela franquiadora. Assim, o franqueado tem apenas uma preocupação: Conquistar clientes para sua loja.
Um grande benefício deste modelo de negócio é o baixo investimento inicial. Em alguns caso, um investimento de R$ 3,5 mil é possível iniciar com uma loja pronta, e o retorno financeiro (ROI) pode ser imediato, variando de seis e doze meses.
Uma outra grande vantagem neste modelo de negócio é que o franquiado fica isenção de taxas de royalties e publicidade.
O processo de compra deste modelo de negócio funciona da seguinte forma: um cliente efetua uma compra em uma loja de uma afiliado (franquiado), a franquia central gera um pedido que é automaticamente cadastrado no sistema central, este pedido é monitorado desde o pedido até a entrega do mesmo, e ainda a encomenda pode ser monitorada pelo usuário utilizando a página disponível na loja virtual do franqueado.
A regra neste modelo de negócio é, desburocratizar e criar estrutura para os franquiados gerar negócios. Pois aqui vale a regra: quanto mais, melhor.
A Liquida Net, pensando nisso colocou no ar um sistema de franquia, isso é um sistema de loja espelho. Como ela funciona? Bem vamos lá:
A loja espelho irá funcionar como uma loja virtual normal, a única diferença é que a logística, fica toda por conta da loja principal. O benefício para quem tem a loja principal é que terá um meio de divulgação maior de seus produtos, por outro lado o franqueado somente terá o trabalho da venda, pois todas as atualizações de preços e produtos, são feitas diretamente pela loja principal e aplicada automaticamente na loja franqueada.
Abaixo segue um modelo de loja espelho:
Loja Principal
Universo celular principal - www.universocelularsp.com.br
Universo Black Berry , loja espelho ou franquia - www.universoblackberry.com.br
Note que na loja do franqueado, o layout é totalmente diferenciado, o que proporciona ao cliente, que ele esteja em uma loja nova, pois as características da loja principal com a espelho lhe proporciona esse ambiente, de não estar visitando uma mesma loja já vista.
Veja em nosso site maiores detalhes da loja espelho ou franquia, clique nesse link para ver detalhes.
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Promoção 2011 sua loja agora
A Liquida Net - Lançou uma super promoção para 2011, é a "Promoção sua loja agora", no qual aqueles que queira montar sua loja virtual, irá poder ter a mesma por apenas R$ 32,99 por mês, é isso mesmo uma super promoção para 2011, nosso sistema aceita diversos tipos pagamentos e agora tem integração junto ao Mercado Pago. Não fique de fora dessa se você esta pensando em ter sua loja virtual e começar 2011 lucrando com as vendas online que é o setor que mais cresce no Brasil, não perca tempo. Acesse agora mesmo nossa página e faça seu cadastro, sua loja fica pronta em apenas 3 minutos!!!
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
E-commerce na AL alcançará US$ 69,7 bi em 2011
O e-commerce de produtos de consumo, automóveis e do setor de turismo na América Latina e Caribe deve alcançar U$ 69,7 bilhões em 2011. A projeção é da empresa de pesquisas E-Consulting, que estima um crescimento médio anual do varejo online da ordem de 19,4% entre 2003 e 2011 na região.
O levantamento mostra que, dentro da área analisada, o Brasil representa o maior mercado de comércio online, com 45% do montante estimado, seguido do México, da Venezuela, da Argentina, do Chile e da Colômbia que, juntos, representam 35% da soma dos volumes de transações online, enquanto os demais países têm participação de 10%.
Somente no Brasil, as estimativas apontam para um faturamento de R$ 10,7 bilhões no comércio online de bens de consumo em 2010, ante os R$ 9,2 bilhões registrados em 2009. O setor de turismo, por sua vez, deverá gerar R$ 5,2 bilhões, frente a R$ 4,5 bilhões, enquanto o movimento do automobilístico passará de R$ 8,1 bilhões para R$ 9 bilhões.
A empresa prevê ainda o aumento de 27% na quantidade de compradores online no país neste ano, atingindo 16,9 milhões. Apesar dos avanços, a base de consumidores ainda é pequena na internet, segundo avalia o sócio-fundador da E-Consulting, Daniel Domeneghetti.
“O Brasil é historicamente visto como um país propício ao comércio eletrônico. Mas ainda tem um volume muito baixo de compradores. Grande parte disso se deve à situação de renda dos brasileiros. Muitos, ainda estão na fase de realizarem pela primeira vez a compra de certos produtos, que antes não podiam comprar. Mas temos muito potencial”, afirma Domeneghetti.
Por outro lado, o aumento da renda do brasileiro e ao maior acesso da população à banda larga e aos meios eletrônicos tem colaborado para a melhoria nos resultados do comércio online, segundo a análise da E-Consulting.
Os investimentos das grandes varejistas nas operações online, o aumento da participação das pequenas empresas no e-commerce e políticas de financiamento ao consumidor online também foram citados no levantamento como drivers do setor.
“Mas vale lembrar o e-commerce nacional ainda é um canal dos grandes varejistas. Os pequenos ficam de fora do meio digital”, ressaltou.
Na análise por segmento, a pesquisa mostrou ainda que, dentro da categoria Bens de Consumo – a mais representativa do comércio eletrônico varejista no país – o campeão de vendas são as mídias, onde estão incluídos produtos como CDs, DVDs e games.
Somente no primeiro semestre deste ano, as mídias movimentaram R$ 1,91 bilhão, superando o segmento de saúde e beleza (R$ 1,88 bilhãos) e os livros e periódicos (R$ 1,65 bilhão).
“(O avanço dos últimos anos) é fruto da combinação de alguma redução das barreiras psicológicas da compra e também da maior participação dos consumidores de classes C e D”, afirmou Domeneghetti.
Dentre as tendências desenhadas para o comércio eletrônico brasileiro está a utilização das redes sociais apenas como canal de relacionamento com os consumidores e não para vendas. “Internautas têm se mostrado relutantes a abordagens comerciais em redes sociais”, afirmou a pesquisa.
Além disso, a E-Consulting prevê que os aparelhos móveis serão cada vez mais utilizados para as compras online ou como meios de comparação e que haverá uma falta de profissionais nesse mercado.
“Em 2009 a procura por profissionais especializados já superou a oferta do mercado e em 2010 esta tendência deve ficar ainda mais evidente”, concluiu a pesquisa.
Fonte: ecommercenews
O levantamento mostra que, dentro da área analisada, o Brasil representa o maior mercado de comércio online, com 45% do montante estimado, seguido do México, da Venezuela, da Argentina, do Chile e da Colômbia que, juntos, representam 35% da soma dos volumes de transações online, enquanto os demais países têm participação de 10%.
Somente no Brasil, as estimativas apontam para um faturamento de R$ 10,7 bilhões no comércio online de bens de consumo em 2010, ante os R$ 9,2 bilhões registrados em 2009. O setor de turismo, por sua vez, deverá gerar R$ 5,2 bilhões, frente a R$ 4,5 bilhões, enquanto o movimento do automobilístico passará de R$ 8,1 bilhões para R$ 9 bilhões.
A empresa prevê ainda o aumento de 27% na quantidade de compradores online no país neste ano, atingindo 16,9 milhões. Apesar dos avanços, a base de consumidores ainda é pequena na internet, segundo avalia o sócio-fundador da E-Consulting, Daniel Domeneghetti.
“O Brasil é historicamente visto como um país propício ao comércio eletrônico. Mas ainda tem um volume muito baixo de compradores. Grande parte disso se deve à situação de renda dos brasileiros. Muitos, ainda estão na fase de realizarem pela primeira vez a compra de certos produtos, que antes não podiam comprar. Mas temos muito potencial”, afirma Domeneghetti.
Por outro lado, o aumento da renda do brasileiro e ao maior acesso da população à banda larga e aos meios eletrônicos tem colaborado para a melhoria nos resultados do comércio online, segundo a análise da E-Consulting.
Os investimentos das grandes varejistas nas operações online, o aumento da participação das pequenas empresas no e-commerce e políticas de financiamento ao consumidor online também foram citados no levantamento como drivers do setor.
“Mas vale lembrar o e-commerce nacional ainda é um canal dos grandes varejistas. Os pequenos ficam de fora do meio digital”, ressaltou.
Na análise por segmento, a pesquisa mostrou ainda que, dentro da categoria Bens de Consumo – a mais representativa do comércio eletrônico varejista no país – o campeão de vendas são as mídias, onde estão incluídos produtos como CDs, DVDs e games.
Somente no primeiro semestre deste ano, as mídias movimentaram R$ 1,91 bilhão, superando o segmento de saúde e beleza (R$ 1,88 bilhãos) e os livros e periódicos (R$ 1,65 bilhão).
“(O avanço dos últimos anos) é fruto da combinação de alguma redução das barreiras psicológicas da compra e também da maior participação dos consumidores de classes C e D”, afirmou Domeneghetti.
Dentre as tendências desenhadas para o comércio eletrônico brasileiro está a utilização das redes sociais apenas como canal de relacionamento com os consumidores e não para vendas. “Internautas têm se mostrado relutantes a abordagens comerciais em redes sociais”, afirmou a pesquisa.
Além disso, a E-Consulting prevê que os aparelhos móveis serão cada vez mais utilizados para as compras online ou como meios de comparação e que haverá uma falta de profissionais nesse mercado.
“Em 2009 a procura por profissionais especializados já superou a oferta do mercado e em 2010 esta tendência deve ficar ainda mais evidente”, concluiu a pesquisa.
Fonte: ecommercenews
Aumento Nas Vendas,Quer Alcançar Este Objetivo??
Autor: NBDESOUSA
O objetivo de toda e qualquer empresa, seja do segmento de comércio ou de serviços, é e sempre será cada vez mais o aumento de sua participação no mercado, consolidando sua marca e serviços. Muitas utilizam a redução de preços, aumento de prazos, bonificações e promoções para tentar atrair mais clientes. Mas, quando chega a hora de fechar as contas observa-se que, ou não obtiveram o lucro e o volume desejado, ou acabaram por fechar no vermelho. Aumentar vendas sem aumentar pontos de vendas é quase que uma missão impossível, pois estas empresas terão que, necessariamente aumentar seu volume dentro dos pontos de venda já existentes.
Analisar o mercado, potencialidade de clientes, prospectar novos pontos de vendas e divulgação é extremamente necessário. Contar com profissionais capacitados, motivados e empenhados em cumprir os objetivos e metas da empresa também é fundamental. Não há técnicas de vendas ou negociação que resista a falta de procura por esses serviços ou produtos. Profissionais capacitados tentam, em vão, tirar como se diz popularmente “leite de pedra”, uns conseguem outros não. Falta de empenho, capacidade, técnicas erradas, negociações difíceis? Quem sabe responder? O mercado de automóveis no Brasil, esta cada vez, mais aquecido, não é? Caso não houvesse os prazos longos de até 84 meses, juros baixos, promoções diversas, que atrai cada vez mais o consumidor será que só isso seria suficiente? O sonho do carro zero que também leva e motiva o consumidor a essas compras impulsiona cada vez mais este mercado.
Agora vemos outro segmento começar a crescer: o mercado imobiliário. O que esta levando esses mercados a crescerem cada vez mais? O sonho do carro zero e o sonho da casa própria, esta, e estará sempre em primeiro lugar para qualquer consumidor. Aí, então vemos empresas de outros segmentos tentarem em vão convencer os consumidores a adquirir seus produtos e serviços.
Isso está acontecendo no mercado pelo que tenho observado, por um motivo simples, não é falta de estratégia, não são seus profissionais e, nem muito menos as técnicas de vendas aplicadas. Talvez muitos concordem e, também, discordem, mas esta faltando uma coisa muito simples que as empresas deveriam usar, e não usam ou por falta de conhecimento, ou por falta de investimento, uma das, talvez, a mais importante ferramenta de Marketing que aplicada corretamente, mostra e identifica quase todos os problemas e situações existentes no mercado, demonstrando para empresas e colaboradores as falhas ou os excessos cometidos.
O poderoso TRADE MARKETING. Profissionais desta área sabem exatamente o que quero dizer, mas nem todo mundo conhece, ouviu ou usa isso para seu beneficio e crescimento empresarial.
Profissionais de Marketing sabem exatamente que essa ferramenta além de eficaz, evita situações de investimentos que não dão retorno, tanto nas áreas de comércio como de serviços, economizando perdas, melhorando desempenho de produtos, alterando estratégias e acima de tudo determinando novas políticas de atuação. Se no mercado é onde tudo acontece, também temos que ter um bom negociador.
O trade marketing, visa buscar junto aos segmentos do mercado, todos os fatores que possam influenciar na comercialização, negociação, políticas e estratégias para produtos e serviços, negociação com fornecedores, adequando tudo de acordo com as vontades e necessidades do consumidor. Ajuda a empresa a adequar produtos e serviços, evita o gasto com investimento em novos produtos, que, não emplacam no mercado, ajudam a definição de novas políticas de atuação e estratégias para comercialização e negociação, definem campanhas de marketing corretas para serem usadas, definem o tipo de mídia a ser usada, enfim, minimiza ou reduz praticamente a zero as chances de erros que se possa cometer. O uso do Trade, não é como muitos pensam, um gasto desnecessário e sim um investimento lógico e racional adotado por grandes empresas tanto nacionais como multinacionais para se manterem no topo dos mercados, tendo produtos que. atraem, e satisfazem o consumidor. Então definimos alguns conceitos para conhecimento geral do TRADE MARKETING:
Uso correto de estratégias para cada canal de distribuição e segmento do mercado.
Gerenciar a relação entre, clientes, empresas e consumidores visando atender suas necessidades.
Identificar oportunidades de negócios e novos ninchos de mercado.
Identificar as necessidades de seus consumidores para adequar seus produtos e serviços, aumentando assim suas vendas e lucratividade.Estreitar o relacionamento e construir novos de longo prazo.
Conhecimento de Marketing, vendas e finanças.
Foco voltado para o cliente, prestando bons serviços, coordenando atividades da empresa para atender as necessidades de seus clientes e consumidores. Atender com eficiência, pedidos, entregas etc...
Com tudo isso analisado, aplicado e definido, dificilmente erros serão cometidos e, com tudo isso feito com certeza empresas estarão com maiores participações no mercado, clientes mais satisfeitos, profissionais desempenhando suas funções com maior determinação e satisfação além de estar a cada dia mais fortalecendo sua MARCA, porque, se eu estiver errado que me avisem, AS ORGANIZAÇÕES PASSAM, MAS AS MARCAS BEM SUCEDIDAS E BEM TRABALHADAS FICAM, E SÃO FACILMENTE RECONHECIDAS PELO MERCADO.
Nelson Batista de Sousa – Coord. e Adm. comercial
http://www.artigonal.com/administracao-artigos/aumento-nas-vendasquer-alcancar-este-objetivo-527912.html
Perfil do Autor
Profissional da área de Adm. e Negócios com 26 anos de experiência na área comercial, prestando serviços de consultoria na área comercial, recrutamento, seleção e reestruturação da área comercial, contatos através de email: nbdesousa@yahoo.com.br
O objetivo de toda e qualquer empresa, seja do segmento de comércio ou de serviços, é e sempre será cada vez mais o aumento de sua participação no mercado, consolidando sua marca e serviços. Muitas utilizam a redução de preços, aumento de prazos, bonificações e promoções para tentar atrair mais clientes. Mas, quando chega a hora de fechar as contas observa-se que, ou não obtiveram o lucro e o volume desejado, ou acabaram por fechar no vermelho. Aumentar vendas sem aumentar pontos de vendas é quase que uma missão impossível, pois estas empresas terão que, necessariamente aumentar seu volume dentro dos pontos de venda já existentes.
Analisar o mercado, potencialidade de clientes, prospectar novos pontos de vendas e divulgação é extremamente necessário. Contar com profissionais capacitados, motivados e empenhados em cumprir os objetivos e metas da empresa também é fundamental. Não há técnicas de vendas ou negociação que resista a falta de procura por esses serviços ou produtos. Profissionais capacitados tentam, em vão, tirar como se diz popularmente “leite de pedra”, uns conseguem outros não. Falta de empenho, capacidade, técnicas erradas, negociações difíceis? Quem sabe responder? O mercado de automóveis no Brasil, esta cada vez, mais aquecido, não é? Caso não houvesse os prazos longos de até 84 meses, juros baixos, promoções diversas, que atrai cada vez mais o consumidor será que só isso seria suficiente? O sonho do carro zero que também leva e motiva o consumidor a essas compras impulsiona cada vez mais este mercado.
Agora vemos outro segmento começar a crescer: o mercado imobiliário. O que esta levando esses mercados a crescerem cada vez mais? O sonho do carro zero e o sonho da casa própria, esta, e estará sempre em primeiro lugar para qualquer consumidor. Aí, então vemos empresas de outros segmentos tentarem em vão convencer os consumidores a adquirir seus produtos e serviços.
Isso está acontecendo no mercado pelo que tenho observado, por um motivo simples, não é falta de estratégia, não são seus profissionais e, nem muito menos as técnicas de vendas aplicadas. Talvez muitos concordem e, também, discordem, mas esta faltando uma coisa muito simples que as empresas deveriam usar, e não usam ou por falta de conhecimento, ou por falta de investimento, uma das, talvez, a mais importante ferramenta de Marketing que aplicada corretamente, mostra e identifica quase todos os problemas e situações existentes no mercado, demonstrando para empresas e colaboradores as falhas ou os excessos cometidos.
O poderoso TRADE MARKETING. Profissionais desta área sabem exatamente o que quero dizer, mas nem todo mundo conhece, ouviu ou usa isso para seu beneficio e crescimento empresarial.
Profissionais de Marketing sabem exatamente que essa ferramenta além de eficaz, evita situações de investimentos que não dão retorno, tanto nas áreas de comércio como de serviços, economizando perdas, melhorando desempenho de produtos, alterando estratégias e acima de tudo determinando novas políticas de atuação. Se no mercado é onde tudo acontece, também temos que ter um bom negociador.
O trade marketing, visa buscar junto aos segmentos do mercado, todos os fatores que possam influenciar na comercialização, negociação, políticas e estratégias para produtos e serviços, negociação com fornecedores, adequando tudo de acordo com as vontades e necessidades do consumidor. Ajuda a empresa a adequar produtos e serviços, evita o gasto com investimento em novos produtos, que, não emplacam no mercado, ajudam a definição de novas políticas de atuação e estratégias para comercialização e negociação, definem campanhas de marketing corretas para serem usadas, definem o tipo de mídia a ser usada, enfim, minimiza ou reduz praticamente a zero as chances de erros que se possa cometer. O uso do Trade, não é como muitos pensam, um gasto desnecessário e sim um investimento lógico e racional adotado por grandes empresas tanto nacionais como multinacionais para se manterem no topo dos mercados, tendo produtos que. atraem, e satisfazem o consumidor. Então definimos alguns conceitos para conhecimento geral do TRADE MARKETING:
Uso correto de estratégias para cada canal de distribuição e segmento do mercado.
Gerenciar a relação entre, clientes, empresas e consumidores visando atender suas necessidades.
Identificar oportunidades de negócios e novos ninchos de mercado.
Identificar as necessidades de seus consumidores para adequar seus produtos e serviços, aumentando assim suas vendas e lucratividade.Estreitar o relacionamento e construir novos de longo prazo.
Conhecimento de Marketing, vendas e finanças.
Foco voltado para o cliente, prestando bons serviços, coordenando atividades da empresa para atender as necessidades de seus clientes e consumidores. Atender com eficiência, pedidos, entregas etc...
Com tudo isso analisado, aplicado e definido, dificilmente erros serão cometidos e, com tudo isso feito com certeza empresas estarão com maiores participações no mercado, clientes mais satisfeitos, profissionais desempenhando suas funções com maior determinação e satisfação além de estar a cada dia mais fortalecendo sua MARCA, porque, se eu estiver errado que me avisem, AS ORGANIZAÇÕES PASSAM, MAS AS MARCAS BEM SUCEDIDAS E BEM TRABALHADAS FICAM, E SÃO FACILMENTE RECONHECIDAS PELO MERCADO.
Nelson Batista de Sousa – Coord. e Adm. comercial
http://www.artigonal.com/administracao-artigos/aumento-nas-vendasquer-alcancar-este-objetivo-527912.html
Perfil do Autor
Profissional da área de Adm. e Negócios com 26 anos de experiência na área comercial, prestando serviços de consultoria na área comercial, recrutamento, seleção e reestruturação da área comercial, contatos através de email: nbdesousa@yahoo.com.br
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Quanto Custa Montar Uma Loja Virtual?
Essa é uma pergunta que sempre nos fazem, mas a resposta não pode ser genérica nem abrangente sob o risco de sair completamente da realidade do mercado. Montar uma loja virtual é coisa séria e não adianta tentar pegar atalhos. Barato e fácil não é, ao contrário do que dizem várias pessoas e alguns provedores de hospedagem que oferecem soluções "mágicas". Tem muita tecnologia envolvida e certamente muito estudo e treinamento a ser feito. Bicho de sete cabeças também não é, mas a falta de informação tem selado a sorte de várias iniciativas que poderiam dar certo. Montar uma loja virtual é apenas um dos passos para um Projeto de E-Commerce completo, mas quanto será que custa?
Quais São os Custos?
Em primeiro lugar você deve ver o custo da plataforma de e-commerce que irá usar. Isso vai variar em muito, dependendo da solução. Soluções open source certamente são uma opção válida, mas dependendo da complexidade podem ficar bem salgadas em termos de preço. A vedete do mercado atualmente, o sistema Magento, não sai por menos de R$ 5.000 em uma instalação profissional. Outras soluções open source ficam até mais em conta, mas sua usabilidade a médio e longo prazo e questionável porque o Magento estabeleceu um novo patamar tecnológico no mercado e todas as outras soluções de e-commerce tendem a seguir estes padrões.
Plataformas alugadas ou outros sistemas fazem parte da lista, mas sua aplicabilidade depende dos recursos disponíveis como opções para SEO e outras sem as quais o sucesso do empreendimento fica comprometido. Hoje em dia SEO é tudo em termos de divulgação, portanto, qualquer plataforma que não possua este tipo de recurso esta automaticamente excluída do leque de opções.
Divulgação da Loja
Montar um e-commerce sem preocupação com a divulgação é o famoso tiro-no-pé. Se na loja física todo mundo fica preocupado com a propaganda, porque agir diferentemente quando o assunto é a criação de uma loja virtual. Elas precisam de muita divulgação seja através de estratégias de SEO ou SEM. Se você não consegue ser listado(a) em ferramentas de busca em posições de destaque compromete em muito o sucesso do negócio.
O marketing digital desempenha papel fundamental no plano de negócios de qualquer projeto de e-commerce hoje em dia. Relevar essa variável é não levar a sério o seu próprio projeto. Dentro de qualquer planejamento esta verba deve ser determinada com bastante critério, pois nos primeiros momentos da loja o uso do marketing digital é bastante intensivo.
Treinamento
O gerenciamento de lojas virtuais está ficando cada vez mais profissional e sua gestão tem que acompanhar esse movimento. Nem pensar na solução baratinha de passar a administração da loja para "a menina da contabilidade que sabe de Internet". Não que ela não tenha capacidade para isso, mas em termos de comércio eletrônico é necessário muito mais que conhecimento sobre navegação na rede.
É necessário conhecer os mecanismos do e-commerce, não só para gerenciar o negócio, como também para identificar oportunidades e se prevenir contra as ameaças do mercado. O treinamento tanto na etapa de planejamento para implementação da loja virtual, quanto na etapa de operacionalização do software de gestão, otimização da loja para ferramentas de busca, monitoramento dos acessos – Google Analytics - e outras funções é essencial para o sucesso de um projeto.
Fonte: blogdoecommerce
Quais São os Custos?
Em primeiro lugar você deve ver o custo da plataforma de e-commerce que irá usar. Isso vai variar em muito, dependendo da solução. Soluções open source certamente são uma opção válida, mas dependendo da complexidade podem ficar bem salgadas em termos de preço. A vedete do mercado atualmente, o sistema Magento, não sai por menos de R$ 5.000 em uma instalação profissional. Outras soluções open source ficam até mais em conta, mas sua usabilidade a médio e longo prazo e questionável porque o Magento estabeleceu um novo patamar tecnológico no mercado e todas as outras soluções de e-commerce tendem a seguir estes padrões.
Plataformas alugadas ou outros sistemas fazem parte da lista, mas sua aplicabilidade depende dos recursos disponíveis como opções para SEO e outras sem as quais o sucesso do empreendimento fica comprometido. Hoje em dia SEO é tudo em termos de divulgação, portanto, qualquer plataforma que não possua este tipo de recurso esta automaticamente excluída do leque de opções.
Divulgação da Loja
Montar um e-commerce sem preocupação com a divulgação é o famoso tiro-no-pé. Se na loja física todo mundo fica preocupado com a propaganda, porque agir diferentemente quando o assunto é a criação de uma loja virtual. Elas precisam de muita divulgação seja através de estratégias de SEO ou SEM. Se você não consegue ser listado(a) em ferramentas de busca em posições de destaque compromete em muito o sucesso do negócio.
O marketing digital desempenha papel fundamental no plano de negócios de qualquer projeto de e-commerce hoje em dia. Relevar essa variável é não levar a sério o seu próprio projeto. Dentro de qualquer planejamento esta verba deve ser determinada com bastante critério, pois nos primeiros momentos da loja o uso do marketing digital é bastante intensivo.
Treinamento
O gerenciamento de lojas virtuais está ficando cada vez mais profissional e sua gestão tem que acompanhar esse movimento. Nem pensar na solução baratinha de passar a administração da loja para "a menina da contabilidade que sabe de Internet". Não que ela não tenha capacidade para isso, mas em termos de comércio eletrônico é necessário muito mais que conhecimento sobre navegação na rede.
É necessário conhecer os mecanismos do e-commerce, não só para gerenciar o negócio, como também para identificar oportunidades e se prevenir contra as ameaças do mercado. O treinamento tanto na etapa de planejamento para implementação da loja virtual, quanto na etapa de operacionalização do software de gestão, otimização da loja para ferramentas de busca, monitoramento dos acessos – Google Analytics - e outras funções é essencial para o sucesso de um projeto.
Fonte: blogdoecommerce
eBook Grátis ABC do E-commerce - Os quatro segredos de um negócio bem-sucedido na Internet
ebook grátis que vai lhe mostrar o que é necessário para
ter sucesso em qualquer negócio na Internet
ter sucesso em qualquer negócio na Internet
Antes de fazer o download do eBook grátis, ai vão algumas informações sobre o conteúdo e a utilização deste ebook:
Sobre o conteúdo do ebook
O objetivo deste ebook grátis é mostrar aos empreendedores a enorme oportunidade de negócio representada pelo surgimento da Internet e do e-commerce. Somente no Brasil, as empresas de e-commerce vão faturar cerca de R$ 2,3 bilhões no ano de 2005. Um crescimento de 47% em relação ao ano passado, segundo dados da empresa de consultoria eBit.
O momento é agora... mas para quem sabe como fazer.
Na economia tradicional, 56% das pequenas empresas quebram antes do terceiro ano de existeência, sendo que o principal motivo é a falta de preparação do empreendedor. No e-commerce, não é muito diferente: algumas empresas ganham muito, outras não sobrevivem. Este ebook vai mostrar-lhe o que é necessário para sua empresa estar no time das vencedoras. São apenas quatro segredos que você deverá conhecer profundamente, antes de começar a vender na Internet.
Sobre a utilização do ebook
Um ebook nada mais é do que um livro no formato digital. A principal vantagem do ebook em relação ao livro impresso é a sua portabilidade, o que possibilita que você tenha o ebook gravado em seu computador em questão de segundos. Este ebook grátis tem a sua distribuição permitida desde que mantido no formato original com os respectivos créditos ao autor e à loja abc-commerce. Este ebook grátis é protegido pela legislação de direitos autorais e, em hipótese alguma, é permitida qualquer modificação em seu formato original.
Este eBook é um presente para você, e a prova de nossa confiança em seu futuro sucesso na Internet. Para baixar e gravar o ebook em seu computador, clique no link abaixo e siga as instruções. Boa sorte em seu empreendimento!
Para ir direto ao download clique aqui
Fonte: abc-commerce
Tráfego deixa Groupon inoperante 26 horas em 30 dias
O site de compra coletiva Groupon, principal empresa do mundo neste segmento do e-commerce, apresentou desempenho abaixo do normal em sua infra-estrutura de servidores nesta temporada de férias. De acordo com um estudo da WatchMouse, uma empresa que realiza pesquisas sobre a internet, revelou que o gigante coletivo ficou 26 horas inoperante entre os dias 22 novembro – 22 dezembro, impedindo inúmeros usuários de comprarem em seu site.
Ainda de acordo com o estudo, a média de disponibilidade de um servidor na internet é de 99,90%, o do Groupon ficou abaixo dos 11 avaliados pela companhia, com uma taxa de disponibilidade de apenas 96,44%, devido ao elevado tráfego em seu site, resultado de grandes esforços publicitários dentro deste período registrado pela WatchMouse.
“O Groupon é a empresa que mais cresce na história da Internet, e lançou uma campanha para promover a empresa nos dias que antecedem o Natal”, diz Mark Pors, co-fundador da WatchMouse, acrescentando o despreparo da companhia para lidar com esta demanda.”Infelizmente, eles tiveram problemas relacionados com servidores sobrecarregados, causando prejuízos significativos na medida em que vários consumidores deixaram de consumir produtos e serviços pela indisponibilidade de seu site”. Finaliza.
Groupon reconhece que teve alguns problemas com o desempenho de seu servidor dentro deste intervalo de dias, mas nada que comprometesse as vendas, ou a boa relação que possui com seus consumidores, disse um porta-voz do Groupon. O dia mais problemático, segundo o porta-voz, foi antes mesmo de ser monitorado pela WatchMouse, no dia 19 de novembro, em que uma oferta de uma empresa chamada Nordstrom Rack tornou o site indisponível por várias horas devido ao seu sucesso.
“O Groupon inventou uma nova modalidade de e-commerce, e o sucesso deste negócio tem consumido muitos recursos do servidor” Explica o porta-voz do Groupon, em resposta ao relatório da WatchMouse, afirmando que medidas estão sendo tomadas para reparar este problema.“Estamos avaliando formas de solucionar problemas desta natureza” diz ele “ Os usuários podem ter certeza que em breve o site não ficará indisponível pelo elevado tráfego. Finaliza.
Fonte: ecommercenews
Ainda de acordo com o estudo, a média de disponibilidade de um servidor na internet é de 99,90%, o do Groupon ficou abaixo dos 11 avaliados pela companhia, com uma taxa de disponibilidade de apenas 96,44%, devido ao elevado tráfego em seu site, resultado de grandes esforços publicitários dentro deste período registrado pela WatchMouse.
“O Groupon é a empresa que mais cresce na história da Internet, e lançou uma campanha para promover a empresa nos dias que antecedem o Natal”, diz Mark Pors, co-fundador da WatchMouse, acrescentando o despreparo da companhia para lidar com esta demanda.”Infelizmente, eles tiveram problemas relacionados com servidores sobrecarregados, causando prejuízos significativos na medida em que vários consumidores deixaram de consumir produtos e serviços pela indisponibilidade de seu site”. Finaliza.
Groupon reconhece que teve alguns problemas com o desempenho de seu servidor dentro deste intervalo de dias, mas nada que comprometesse as vendas, ou a boa relação que possui com seus consumidores, disse um porta-voz do Groupon. O dia mais problemático, segundo o porta-voz, foi antes mesmo de ser monitorado pela WatchMouse, no dia 19 de novembro, em que uma oferta de uma empresa chamada Nordstrom Rack tornou o site indisponível por várias horas devido ao seu sucesso.
“O Groupon inventou uma nova modalidade de e-commerce, e o sucesso deste negócio tem consumido muitos recursos do servidor” Explica o porta-voz do Groupon, em resposta ao relatório da WatchMouse, afirmando que medidas estão sendo tomadas para reparar este problema.“Estamos avaliando formas de solucionar problemas desta natureza” diz ele “ Os usuários podem ter certeza que em breve o site não ficará indisponível pelo elevado tráfego. Finaliza.
Fonte: ecommercenews
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Compra coletiva, oportunidade e riscos
O Comércio Eletrônico, ainda em formação, sempre traz novidades interessantes. Algumas dessas novidades se consolidam, como é o caso do Twitter e de outras redes sociais, e outras desaparecem no oceano da Web, como é o caso do Second Life, que gerou muita especulação em seu inicio mas não vingou. Existem várias razões que levam ao sucesso de um novo negócio na Internet, mas aquelas que representam fatores críticos são a facilidade de uso e a geração de benefícios reais aos consumidores. Em principio o sistema de compra coletiva atende a essas duas necessidades. Ele é simples para o usuário na medida em que requer apenas uma inscrição no site de compra coletiva e a manifestação de interesse em algum produto que esteja em oferta. Ao mesmo tempo, possibilita a aquisição de produtos a um custo sensivelmente menor, com descontos que podem chegar até a 70%, ou mais, do preço normal, o que, sem dúvida, é um benefício real.
A compra coletiva do ponto de vista do anunciante
Para o anunciante, o principal benefício do sistema é a possibilidade de trazer clientes aos quais não teria acesso sem um investimento direto em propaganda. Evidentemente a estratégia da divulgação por meio de compra coletiva tem um custo que é representado pelo desconto real oferecido ao cliente mais o percentual da receita pago ao site. Exemplo: uma lanchonete que ofereça um sanduíche com 50% de desconto e pague 40% da receita ao site de compra coletiva, receberá líquidos 30% do valor normal do produto, o que eventualmente é até menor do que o próprio custo de produção. É necessário, portanto, analisar o custo e o retorno obtido com a campanha. Á medida em que os anunciantes conheçam melhor o sistema e possam avaliar com clareza a relação custo/benefício é provável que haja uma diminuição dos percentuais pagos aos sites. A própria concorrência entre os sites de compras coletivas, em numero cada vez maior, facilitará essa diminuição nos preços. Deve-se considerar também o fato de que a marca está sendo exposta na Internet e, principalmente, a possibilidade real de que uma parcela dos compradores, tendo ficado satisfeita com o produto, retorne para novas compras, aumentando assim o retorno da campanha.
Viabilidade da compra coletiva para os novos players
O modelo de negócios utilizado pelos sites de compra coletiva é o de corretagem, uma vez que o site tem como objetivo aproximar o consumidor do anunciante, facilitar a transação e receber uma comissão por esse serviço. Eu tenho recebido muitas consultas sobre a perspectiva desse novo segmento de negócios e, devido às razões citadas acima, acredito que a compra coletiva veio para ficar, mas é importante ressaltar alguns fatos que tornam o risco para o investidor expressivo. Em primeiro lugar o mercado já está ocupado por grandes e médios players. Um exemplo é a empresa Groupon, uma das primeiras a investir neste novo segmento nos Estados Unidos em 2008, com valor de mercado de cerca de 1,2 Bilhão de dólares, e que já está competindo no Brasil com a marca Clube Urbano. Além disso, mais de uma dúzia de empresas já estão estabelecidas e outros players, grandes e pequenos, continuam entrando. É fato que o mercado brasileiro tem um grande potencial de crescimento, particularmente neste setor, mas isso não significa que esse grande volume de clientes vá se distribuir entre um grande número de players. O que geralmente ocorre no mercado eletrônico, após a consolidação de um segmento, é um forte líder seguido a distância por um grupo de concorrentes também com poder de fogo e uma quantidade maior de pequenos que encontraram um diferencial competitivo que os permitiu atrair clientes. Uma possível estratégia para o pequeno empreendedor seria encontrar nichos específicos de produtos com forte demanda e focar exclusivamente nestes produtos. Assim a marca teria chance de ser conhecida pelo mercado como referencia em determinado nicho e sobreviver, ou ser comprada futuramente por um dos grandes players, o que também pode ser um excelente negócio.
O grande fato positivo trazido pela compra coletiva é que esse sistema deve trazer mais consumidores para o e-commerce e impulsionar ainda mais o volume de compras que já cresce, no Brasil, a taxas entre 30% e 40% ao ano desde 2001.
Fonte: eCommerce.org
A compra coletiva do ponto de vista do anunciante
Para o anunciante, o principal benefício do sistema é a possibilidade de trazer clientes aos quais não teria acesso sem um investimento direto em propaganda. Evidentemente a estratégia da divulgação por meio de compra coletiva tem um custo que é representado pelo desconto real oferecido ao cliente mais o percentual da receita pago ao site. Exemplo: uma lanchonete que ofereça um sanduíche com 50% de desconto e pague 40% da receita ao site de compra coletiva, receberá líquidos 30% do valor normal do produto, o que eventualmente é até menor do que o próprio custo de produção. É necessário, portanto, analisar o custo e o retorno obtido com a campanha. Á medida em que os anunciantes conheçam melhor o sistema e possam avaliar com clareza a relação custo/benefício é provável que haja uma diminuição dos percentuais pagos aos sites. A própria concorrência entre os sites de compras coletivas, em numero cada vez maior, facilitará essa diminuição nos preços. Deve-se considerar também o fato de que a marca está sendo exposta na Internet e, principalmente, a possibilidade real de que uma parcela dos compradores, tendo ficado satisfeita com o produto, retorne para novas compras, aumentando assim o retorno da campanha.
Viabilidade da compra coletiva para os novos players
O modelo de negócios utilizado pelos sites de compra coletiva é o de corretagem, uma vez que o site tem como objetivo aproximar o consumidor do anunciante, facilitar a transação e receber uma comissão por esse serviço. Eu tenho recebido muitas consultas sobre a perspectiva desse novo segmento de negócios e, devido às razões citadas acima, acredito que a compra coletiva veio para ficar, mas é importante ressaltar alguns fatos que tornam o risco para o investidor expressivo. Em primeiro lugar o mercado já está ocupado por grandes e médios players. Um exemplo é a empresa Groupon, uma das primeiras a investir neste novo segmento nos Estados Unidos em 2008, com valor de mercado de cerca de 1,2 Bilhão de dólares, e que já está competindo no Brasil com a marca Clube Urbano. Além disso, mais de uma dúzia de empresas já estão estabelecidas e outros players, grandes e pequenos, continuam entrando. É fato que o mercado brasileiro tem um grande potencial de crescimento, particularmente neste setor, mas isso não significa que esse grande volume de clientes vá se distribuir entre um grande número de players. O que geralmente ocorre no mercado eletrônico, após a consolidação de um segmento, é um forte líder seguido a distância por um grupo de concorrentes também com poder de fogo e uma quantidade maior de pequenos que encontraram um diferencial competitivo que os permitiu atrair clientes. Uma possível estratégia para o pequeno empreendedor seria encontrar nichos específicos de produtos com forte demanda e focar exclusivamente nestes produtos. Assim a marca teria chance de ser conhecida pelo mercado como referencia em determinado nicho e sobreviver, ou ser comprada futuramente por um dos grandes players, o que também pode ser um excelente negócio.
O grande fato positivo trazido pela compra coletiva é que esse sistema deve trazer mais consumidores para o e-commerce e impulsionar ainda mais o volume de compras que já cresce, no Brasil, a taxas entre 30% e 40% ao ano desde 2001.
Fonte: eCommerce.org
Faturamento do e-commerce brasileiro
Segundo a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, será de R$ 15 bilhões o faturamento do e-commerce brasileiro até o final deste ano, o que representa um aumento de 40% se comparado ao ano passado.
A tendência é que estes números continuem crescendo em 2011. O acesso à Internet – e, em especial, à banda larga – é um dos fatores que contribui para isto.
A crescente participação da classe C no ambiente online também conta como aspecto muito favorável ao comércio eletrônico. Além disso, a segurança conquistada pelas trasações online – antes muito temidas e hoje bem mais confiáveis –, a grande presença do mercado varejista no universo virtual e maiores investimentos em logística, sem dúvida, favorecem e impulsionam as vendas no e-commerce.
Ao que tudo indica, 2011 tem tudo para ser um ano muito produtivo àqueles que investem em comércio eletrônico. Se você pensa em montar uma loja virtual ou deseja incrementar as ações da sua, aproveite o bom momento para usufruir das vantagens e das facilidades que o comércio eletrônico é capaz de trazer.
Seja empenhado e tenha objetivos muito bem definidos.
Fonte: Cooperblog
A tendência é que estes números continuem crescendo em 2011. O acesso à Internet – e, em especial, à banda larga – é um dos fatores que contribui para isto.
A crescente participação da classe C no ambiente online também conta como aspecto muito favorável ao comércio eletrônico. Além disso, a segurança conquistada pelas trasações online – antes muito temidas e hoje bem mais confiáveis –, a grande presença do mercado varejista no universo virtual e maiores investimentos em logística, sem dúvida, favorecem e impulsionam as vendas no e-commerce.
Ao que tudo indica, 2011 tem tudo para ser um ano muito produtivo àqueles que investem em comércio eletrônico. Se você pensa em montar uma loja virtual ou deseja incrementar as ações da sua, aproveite o bom momento para usufruir das vantagens e das facilidades que o comércio eletrônico é capaz de trazer.
Seja empenhado e tenha objetivos muito bem definidos.
Fonte: Cooperblog
Sistema Locado ou Elaborado
Uma das primeiras coisas que o empresário a elaborar um plano de negócios de vendas pela internet se pergunta é: Quanto vou gastar com isso?
E para essa resposta existem dois caminhos a serem trilhados. O do sistema (Locado) e o do sistema (Elaborado).
Quando falamos de pequenas e médias empresas, que pretendem ir para a internet, ou mesmo o profissional que pretende abrir o seu negócio diretamente online, o caminho mais curto, barato e menos burocrático é o de um sistema (Locado).
O que se entende por sistema (Locado)?
R: Sistema (Locado) é quando o uma empresa especializada, cria uma ferramenta de loja virtual, com todos os atributos e ferramentas que uma grande loja como Submarino ou Americanas.com utilizam, e disponibilizam isso para os seus clientes mediante ao pagamento de uma mensalidade e em alguns casos uma pequena taxa de (SETUP).
Prós: Esse tipo de ferramenta Locada é realmente o melhor negócio para o pequeno e médio empresário, pois possui tudo o que uma loja virtual precisa e também ajuda muito com o mundo físico oferecendo diversos tipos de relatórios e até controle de estoque, e em alguns casos até um CRM completo.
Baixo custo de implementação e mensalidade. Para se usar um sistema como esse, o lojista vai pagar uma mensalidade e em alguns casos se paga a taxa única de adesão.
Contras: No caso de se precisar de algum tipo de ferramenta específica para o seu tipo de negócio, é necessário sugerir uma atualização que nem sempre pode ser atendida, ou em algumas empresas pagar por essa atualização, com isso o sistema acaba ficando meio engessado em alguns casos.
Para se ter um (layout) de acordo com a marca de sua empresa, é necessário a contratação de profissionais especializados e homologados por esses sistemas, para que assim sua empresa possa ficar com a mesma aparência da Física dentro da Internet. Nesse caso gera-se um custo operacional maior que deve ser muito bem estudado, pois nada adianta ter um site na Internet sem que o mesmo seja atraente, com uma navegação amigável e que gere (Credibilidade) aos internautas. E para isso somente fazendo esse tipo de contratação. Pois a maioria dos sistema Locados, somente oferecem Templates prontos e fixos.
O Que se entende por sistema (Elaborado)?
R: Sistema Elaborado é aquele que sua empresa, cria literalmente métricas de como deseja que ele funcione.
E para isso é necessário algumas informações importantes para que o custo não fique cada vez mais oneroso.
Esse contato será muito importante quando for contratar uma empresa ou profissionais especializados na criação dessa Ferramenta. Cada departamento de sua empresa terá que explanar o que seria o mais interessante para poder vender pela internet. Mas nunca deixando de pensar, se, o que será bom para ele, será funcional para o outro departamento que seguirá no fluxograma dos pedidos da loja.
Como exemplo muito claro que nesse caso de um sistema (Elaborado) é necessário muito planejamento, temos a loja virtual das Casas Bahia, aonde aguardaram por longos 03 anos maturando o processo e criando métricas para se atender a todos os seus clientes de uma forma que fosse praticamente a mesma que em suas lojas físicas.
Prós: Você tem em mãos uma ferramenta própria, aonde você é o dono do código fonte e pode vendê-la a qualquer momento.
Podem-se fazer alterações na ferramenta a hora que bem precisar. Claro contratando profissionais especializados no segmento.
Contras: Alto custo de Desenvolvimento, projetos como esse normalmente não saem por menos de R$ 40.000,00, isso sem contar, provedores de hospedagem.
Resumo: Para saber se você irá precisar de um sistema (Locado), ou (Elaborado), somente através de um plano de negócios, e também muito estudo do seu perfil de vendas. É muito importante que converse com consultores do segmento, para que dessa forma esses lhe apresentem a melhor forma a trilhar, sem que tenham que por muitas vezes gastar um valor que não seria necessário.
Com certeza, por muitas vezes o sistema Locado, será o mais interessante, pois além de se ter um custo baixíssimo em comparação a um sistema Elaborado, é também principalmente a melhor forma de se aprender o verdadeiro mundo do E-commerce, já que a ferramenta já está pronta e é totalmente interativa, aonde até mesmos pessoas mais leigas sem muito conhecimento de internet e e-commerce, poderão começar suas atividades dentro dessa modalidade.
Robson Tavarone é formado em Administração com Ênfase em Marketing (Unisantanna) e possui Curso de Especialização em Comércio Eletrônico - FORMEDIA, Lisboa - Portugal. Possui uma agência de Consultoria para E-commerce (http://www.agenciavibe.com/).
E para essa resposta existem dois caminhos a serem trilhados. O do sistema (Locado) e o do sistema (Elaborado).
Quando falamos de pequenas e médias empresas, que pretendem ir para a internet, ou mesmo o profissional que pretende abrir o seu negócio diretamente online, o caminho mais curto, barato e menos burocrático é o de um sistema (Locado).
O que se entende por sistema (Locado)?
R: Sistema (Locado) é quando o uma empresa especializada, cria uma ferramenta de loja virtual, com todos os atributos e ferramentas que uma grande loja como Submarino ou Americanas.com utilizam, e disponibilizam isso para os seus clientes mediante ao pagamento de uma mensalidade e em alguns casos uma pequena taxa de (SETUP).
Prós: Esse tipo de ferramenta Locada é realmente o melhor negócio para o pequeno e médio empresário, pois possui tudo o que uma loja virtual precisa e também ajuda muito com o mundo físico oferecendo diversos tipos de relatórios e até controle de estoque, e em alguns casos até um CRM completo.
Baixo custo de implementação e mensalidade. Para se usar um sistema como esse, o lojista vai pagar uma mensalidade e em alguns casos se paga a taxa única de adesão.
Contras: No caso de se precisar de algum tipo de ferramenta específica para o seu tipo de negócio, é necessário sugerir uma atualização que nem sempre pode ser atendida, ou em algumas empresas pagar por essa atualização, com isso o sistema acaba ficando meio engessado em alguns casos.
Para se ter um (layout) de acordo com a marca de sua empresa, é necessário a contratação de profissionais especializados e homologados por esses sistemas, para que assim sua empresa possa ficar com a mesma aparência da Física dentro da Internet. Nesse caso gera-se um custo operacional maior que deve ser muito bem estudado, pois nada adianta ter um site na Internet sem que o mesmo seja atraente, com uma navegação amigável e que gere (Credibilidade) aos internautas. E para isso somente fazendo esse tipo de contratação. Pois a maioria dos sistema Locados, somente oferecem Templates prontos e fixos.
O Que se entende por sistema (Elaborado)?
R: Sistema Elaborado é aquele que sua empresa, cria literalmente métricas de como deseja que ele funcione.
E para isso é necessário algumas informações importantes para que o custo não fique cada vez mais oneroso.
- Existirá um sistema de CRM?
- A Loja Virtual será integrada, com algum ERP?
- Qual o tráfego esperado para essa loja?
- Qual tipo de público irá atender?
- Existirá uma Ferramenta de fácil atualização e cadastramento no sistema?
- Além dessas, há outras tantas perguntas a se fazer.
Esse contato será muito importante quando for contratar uma empresa ou profissionais especializados na criação dessa Ferramenta. Cada departamento de sua empresa terá que explanar o que seria o mais interessante para poder vender pela internet. Mas nunca deixando de pensar, se, o que será bom para ele, será funcional para o outro departamento que seguirá no fluxograma dos pedidos da loja.
Como exemplo muito claro que nesse caso de um sistema (Elaborado) é necessário muito planejamento, temos a loja virtual das Casas Bahia, aonde aguardaram por longos 03 anos maturando o processo e criando métricas para se atender a todos os seus clientes de uma forma que fosse praticamente a mesma que em suas lojas físicas.
Prós: Você tem em mãos uma ferramenta própria, aonde você é o dono do código fonte e pode vendê-la a qualquer momento.
Podem-se fazer alterações na ferramenta a hora que bem precisar. Claro contratando profissionais especializados no segmento.
Contras: Alto custo de Desenvolvimento, projetos como esse normalmente não saem por menos de R$ 40.000,00, isso sem contar, provedores de hospedagem.
Resumo: Para saber se você irá precisar de um sistema (Locado), ou (Elaborado), somente através de um plano de negócios, e também muito estudo do seu perfil de vendas. É muito importante que converse com consultores do segmento, para que dessa forma esses lhe apresentem a melhor forma a trilhar, sem que tenham que por muitas vezes gastar um valor que não seria necessário.
Com certeza, por muitas vezes o sistema Locado, será o mais interessante, pois além de se ter um custo baixíssimo em comparação a um sistema Elaborado, é também principalmente a melhor forma de se aprender o verdadeiro mundo do E-commerce, já que a ferramenta já está pronta e é totalmente interativa, aonde até mesmos pessoas mais leigas sem muito conhecimento de internet e e-commerce, poderão começar suas atividades dentro dessa modalidade.
Robson Tavarone é formado em Administração com Ênfase em Marketing (Unisantanna) e possui Curso de Especialização em Comércio Eletrônico - FORMEDIA, Lisboa - Portugal. Possui uma agência de Consultoria para E-commerce (http://www.agenciavibe.com/).
sábado, 11 de dezembro de 2010
Layout Modelo 41
Para quem esta pensando em montar seu Sex Shop Online, liberamos um layout novo para essa finalidade, um modelo atraente e com cores vibrantes.
Não perca tempo monte sua loja hoje mesmo, ela fica pronta em apenas 3 minutos...
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